
Os alunos do curso de Comunicação Social da UFSJ fizeram um protesto bem humorado, após a noticia de que o STF havia acabado com a obrigatoriedade do diploma para exercer o jornalismo. Esta foto foi publicada no jornal Folha das Vertentes. Vamos refletir sobre esta "palhaçada" que os alunos de Comunicação Social da UFSJ tentaram nos passar.
O vermelho só será vermelho e o azul só será azul onde houver luz. Na penumbra todas as cores têm tons de cinza e na escuridão todas as cores nem são.
Ditadura e liberdade
A exigência do diploma está na Lei de Imprensa, de 1967, implantada na ditadura militar. Foi um artifício para restringir o acesso de profissionais liberais aos jornais e de controlar melhor a atividade jornalística. O decreto-lei 972/69 foi baixado no dia17 de outubro de 19 69, e traz no seu caput o seguinte: “Os ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, usando das atribuições que lhes confere o artigo 3º, do Ato Institucional nº 16, de 14 de outubro de 19 69, combinado com o § 1º, do artigo 2º, do Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 19 68, decretam…”.
Vale lembrar que a Junta Militar governou no período mais repressivo da ditadura. A partir de então recrudescem as ações do governo de modo a restaurar seu controle sobre a vida sócio-institucional do país. Notem que este decreto foi baixado com base no A.I.- 5.
Com o tempo, os cursos de jornalismo foram dominados por militantes de esquerda, que passaram a doutrinar os alunos. A obrigatoriedade do diploma afronta a liberdade de expressão, diminui a oferta de informação de qualidade e ficou impraticável na era da internet, quando todos têm a oportunidade de apurar e publicar notícias.
A manifestação humorada dos alunos de Comunicação Social da UFSJ bem que poderia ter uma mensagem subliminar em defesa da liberdade de expressão, ou seja, acabamos com esta palhaçada da exigência de diploma para jornalista. Liberdade para cada um escrever sobre o que quiser e liberdade para cada um ler o que quiser. É assim que caminha a humanidade.
Ultimamente o interesse do leitor por certas notícias tem sido diferente do interesse do jornalista que a publica. Muitos jornais impressos não são mais financiados pelo leitor, pois este o recebe de graça. O jornalista defende o interesse de quem o financia.
O vermelho só será vermelho e o azul só será azul onde houver luz. Na penumbra todas as cores têm tons de cinza e na escuridão todas as cores nem são.
Ditadura e liberdade
A exigência do diploma está na Lei de Imprensa, de 1967, implantada na ditadura militar. Foi um artifício para restringir o acesso de profissionais liberais aos jornais e de controlar melhor a atividade jornalística. O decreto-lei 972/69 foi baixado no dia
Vale lembrar que a Junta Militar governou no período mais repressivo da ditadura. A partir de então recrudescem as ações do governo de modo a restaurar seu controle sobre a vida sócio-institucional do país. Notem que este decreto foi baixado com base no A.I.- 5.
Com o tempo, os cursos de jornalismo foram dominados por militantes de esquerda, que passaram a doutrinar os alunos. A obrigatoriedade do diploma afronta a liberdade de expressão, diminui a oferta de informação de qualidade e ficou impraticável na era da internet, quando todos têm a oportunidade de apurar e publicar notícias.
A manifestação humorada dos alunos de Comunicação Social da UFSJ bem que poderia ter uma mensagem subliminar em defesa da liberdade de expressão, ou seja, acabamos com esta palhaçada da exigência de diploma para jornalista. Liberdade para cada um escrever sobre o que quiser e liberdade para cada um ler o que quiser.
Ultimamente o interesse do leitor por certas notícias tem sido diferente do interesse do jornalista que a publica. Muitos jornais impressos não são mais financiados pelo leitor, pois este o recebe de graça. O jornalista defende o interesse de quem o financia.



